A equipe de pesquisadores da Universidade de Guadalajara desenvolveu a prótese robótica E-Redi, com o objetivo de tornar as próteses mais simples e acessíveis. A iniciativa busca reduzir a complexidade que costuma levar pacientes a abandonar o uso do dispositivo.
A prótese permite controlar diferentes movimentos da mão por meio de apenas um sensor muscular. Os criadores afirmam que a simplificação facilita o aprendizado e amplia a adesão de usuários.
O primeiro teste do protótipo foi realizado por Alberto Orozco, que nasceu com meromelia, condição congênita com ausência parcial de membros. Orozco é amigo do designer mecânico Jorge Velazco, responsável pela execução da ideia.
Origem e funcionamento
Velazco relata que o sonho remonta à infância, quando prometeu ao amigo construir uma arm ainda biónica. Hoje, a E-Redi usa sinais musculares captados pelo socket para controlar os movimentos, com previsão de futuras versões que integrem comandos de voz.
Segundo os pesquisadores, a meta é reduzir o tempo de adaptação do usuário. A equipe destaca que a facilidade de uso pode favorecer a aceitação e a disseminação da tecnologia entre amputados e pessoas com malformações congênitas.
Oss com resultado, Orozco afirma que as primeiras versões eram mais limitadas e que, hoje, o equipamento já apresenta desempenho compatível com modelos de mercado. A equipe continua trabalhando para aperfeiçoar o protótipo com foco em acessibilidade.
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