A NASA planeja instalar reatores nucleares na Lua e em órbita terrestre, conforme anúncio da Casa Branca. A iniciativa envolve NASA, Departamento de Defesa e Departamento de Energia, com meta de implementação em até quatro anos. A proposta busca ampliar a atuação dos EUA no espaço com energia estável para missões longas e futuras bases lunares.
Segundo o anúncio, o objetivo é substituir progressivamente a energia solar e baterias pesadas por sistemas nucleares modulares capazes de gerar energia contínua por anos. A energia nuclear permitiria também alimentar sistemas de propulsão durante viagens interplanetárias, elevando a confiabilidade de operações de longo prazo.
O plano prevê reatores modulares com potência inicial de pelo menos 20 quilowatts, com operações em órbita e no solo lunar por um mínimo de cinco anos. As plataformas devem ter potencial de escalabilidade para até 100 quilowatts. Os primeiros projetos devem chegar em até um ano para avançar no cronograma.
Plano e cronograma
As diretrizes da Casa Branca estabelecem um roteiro espacial nuclear para consolidar a superioridade americana no espaço. Com Artemis II já concluída, o próximo marco envolve pesquisas e parcerias para viabilizar a infraestrutura nuclear necessária.
Essa estratégia inclui cooperação entre agências governamentais e uma cadeia de fornecedores para desenvolver tecnologias de fissão seguras e compactas. O envio de reatores ao espaço dependerá de avaliações de segurança, proteção ambiental e cumprimento de normas internacionais.
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