Dr Binh Nguyen liderou um estudo com 11.169 mulheres, com idades entre 47 e 52 anos, ao longo de mais de 15 anos. A pesquisa avaliou a adesão às diretrizes de atividade física da Organização Mundial da Saúde (≥ 150 minutos/semana). O resultado aponta que quem atingiu esse nível teve aproximadamente metade do risco de morte prematura em comparação com quem permaneceu inativo.
Os dados indicam que iniciar ou manter a prática regular de exercícios, mesmo na faixa de meia-idade, aumenta a expectativa de vida útil. A qualidade de vida também melhora, segundo estudos paralelos da mesma pesquisadora, que analisaram mulheres que começaram a se exercitar na casa dos 50 anos.
Os especialistas ressaltam que qualquer movimento conta. A pesquisa abrange desde treino de força, esportes e corrida até caminhadas, jardinagem e tarefas domésticas. A ideia central é que a atividade física constante favorece a saúde física, mental e funcional.
O que mudou com as descobertas
O estudo confirma que manter a atividade física ao longo do tempo reduz o risco de doenças crônicas associadas ao envelhecimento. Mesmo começando na meia-idade, os benefícios aparecem, com melhora na função corporal e na independência.
Como aplicar no dia a dia
Pesquisas associadas sugerem que aumentar a atividade de intensidade leve já reduz o risco de mortalidade, especialmente para quem tem pouca prática. A recomendação é buscar uma combinação de atividades leves, moderadas e de força ao longo da semana.
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