Na Folha Carreiras, especialistas alertam que a cibersegurança corporativa não depende apenas do time de TI. O uso de ferramentas de IA com dados internos pode expor informações estratégicas e abrir portas para ataques. A mensagem é simples: a responsabilidade é de todos na empresa.
O problema começa com comportamentos do dia a dia. Abertura de e-mails com links duvidosos, senhas fracas e o uso repetido de senhas são exemplos comuns de vulnerabilidade em escritórios. Segundo Maurício Fernandes, CEO da Dedalus, a melhor tecnologia pode falhar se o usuário não entender os riscos.
A prática de inserir dados internos em plataformas abertas também é lembrada como risco. O uso de IA no trabalho, sem autorização, pode levar ao armazenamento ou uso indevido de informações sensíveis. Profissionais devem evitar compartilhar documentos corporativos em ferramentas de chat ou resumo.
Dados sensíveis costumam incluir informações de clientes, contratos, estratégias e operações internas. Compartilhamento fora dos canais oficiais ou armazenamento não autorizado aumentam o risco de vazamento. Fernandes ressalta que, na prática, a proteção envolve pessoas em todos os níveis.
O aumento do trabalho remoto amplia a superfície de ataque. Redes domésticas e dispositivos pessoais não contam com o mesmo nível de segurança que ambientes corporativos, exigindo maior atenção.
Em síntese, especialistas destacam que a segurança não é apenas um serviço, mas um comportamento. Treinamentos e atualizações sobre golpes atuais ajudam a manter a proteção diante de mudanças rápidas no cenário tecnológico.
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