Ao ultrapassar os 50 anos, o corpo enfrenta resistência anabólica, dificultando a manutenção muscular. A nutricionista Cibele Santos afirma que a escolha da proteína vai além da estética, buscando aminoácidos essenciais para funções vitais e força física.
Segundo ela, a qualidade e a digestibilidade do alimento são cruciais. A ideia é manter a síntese proteica estável ao longo do dia, levando em conta a digestão e a absorção que mudam com a idade.
As 3 fontes de ouro para a maturidade
1) Ovo: considerado referência pela digestibilidade. A gema é indispensável pela densidade de micronutrientes, como a colina, importante para a saúde cerebral.
2) Peixes de água fria: sardinha e salmão oferecem proteína de rápida absorção e richas em Ômega-3, que ajudam a combater inflamação e proteger o cérebro. Sardinha aparece como opção barata e segura quanto a metais pesados.
3) Whey protein isolado: útil para quem tem menor secreção gástrica com a idade. Entrega alta concentração de leucina com digestão facilitada, ideal no café da manhã ou pós-treino.
Distribuição ao longo do dia
A nutricionista destaca que distribuir a proteína ao longo das refeições é mais importante do que concentrar tudo no jantar. Recomenda-se consumir pelo menos 25 g a 30 g de proteína por refeição para manter a síntese proteica ativa.
O conceito de fracionamento pode otimizar a manutenção de massa muscular e proteção cognitiva durante a maturidade, segundo orientações da especialista. A ênfase é na qualidade, digestibilidade e regularidade da ingestão proteica.
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