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Mulher com sintomas tratados como estresse descobre tumor cerebral

Mulher de 32 anos tem tumor cerebral diagnosticado após meses com estresse; cirurgia de remoção bem-sucedida e radioterapia, com resultado negativo em 2026

Libby Woolaston compartilhou relato da situação nas redes sociais
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Libby Woolaston, 32 anos, recebeu um diagnóstico de tumor cerebral após meses de sintomas tratados como estresse e alterações hormonais. O caso ocorreu em Wolverhampton, na Inglaterra, e foi divulgado pela Brain Tumour Research.

Os primeiros sinais surgiram entre maio e setembro de 2024, quando a paciente passou a ter dores de cabeça frequentes e preocupação aguda com a saúde. Médicos chegaram a atribuir o quadro à menopausa, a questões hormonais ou à depressão.

Em outubro de 2024, um profissional de saúde sugeriu pela primeira vez a possibilidade de um tumor na hipófise. Os exames confirmaram a presença do tumor, considerado maior que o típico, mas com orientação de que não haveria motivo imediato de alarme.

Desfecho e tratamento

Em março de 2025, as pioras nos sintomas levaram Woolaston à cegueira do olho direito, revelando que o tumor pressionava o nervo óptico. Foi marcada uma ressonância de urgência, e houve indicação de cirurgia no dia seguinte. O tumor cresceu de 1,5 cm para 5 cm em um mês, e a remoção ocorreu por via nasal em uma cirurgia de quatro horas. A paciente recebeu alta uma semana depois.

Quatro semanas após a operação, o diagnóstico foi reclassificado como tumor teratoide atípico (AT/RT). A oncologia informou que não há prognóstico definitivo para adultos devido à escassez de pesquisas sobre esse tipo em adultos. Desde então, Woolaston realizou cerca de 30 sessões de radioterapia e enfrentou efeitos colaterais como perda de cabelo e dificuldades cognitivas.

Em fevereiro de 2026, exames mostraram resultado negativo para o câncer. A paciente realiza acompanhamento a cada três meses. A visão retornou ao normal e as enxaquecas diminuíram, embora ainda persista desconforto. A história ressalta a necessidade de mais pesquisa e financiamento para entender a ocorrência desses tumores.

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