A descoberta das Cavernas Lascaux, na França, teve início em 1940, quando quatro jovens encontraram um complexo rupestre com mais de 2 mil desenhos, datados de 15 a 18 mil anos. A região de Montignac tornou-se um marco da arte pré-histórica.
Os garotos Marcel Ravidat, Jacques Marsal, Georges Agnel e Simon Coencas chamaram a atenção de um professor, que contatou o pré-historiador Henri Breuil. Ele registrou pela primeira vez as pinturas, abrindo caminho para estudos posteriores sobre o sítio.
Descoberta e importância
As novas descobertas contaram com 680 pinturas e cerca de 1,5 mil gravuras nas paredes. Entre as imagens, destaca-se a Sala dos Touros, com fileiras de bovinos, além de cavalos, cervos e um urso. O conjunto tornou-se referência mundial.
Em 1948, as cavernas passaram a receber visitantes. Na década de 1960, o fluxo intenso causou degradação por calor, vapor de água e gás carbônico. Em 1963, o espaço foi definitivamente fechado ao público.
Abertura, deterioração e réplica
Para preservar as obras, foi construída Lascaux II, inaugurada em 1983, a cerca de 200 metros das cavernas originais. A réplica reproduz fielmente as pinturas, oferecendo acesso educativo sem riscos ao patrimônio.
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