O uso da cannabis nos EUA é apresentado como medicamento em lojas e farmácias, com relatos de alívio de dor, sono e ansiedade por parte de usuários. Pesquisas, porém, apontam riscos significativos associados à substância, que vão desde alterações hormonais até impactos cognitivos e psicóticos.
Estudos de instituições como CDC, Yale, Harvard e NIH indicam efeitos adversos relevantes. Entre eles, queda na testosterona e da fertilidade, risco aumentado de abortos, danos ao feto durante gravidez, e possível relação entre uso diário e psicose em jovens. A maconha também pode comprometer memória e habilidades motoras.
A literatura científica aponta ainda que o consumo pode piorar ansiedade, exigir anestesia maior em procedimentos e aumentar a necessidade de analgésicos na recuperação. Observa-se que a ingestão pode deixar traços de toxinas devido à produção não regulamentada, com contaminantes encontrados em plantas.
No aspecto terapêutico, pesquisas não comprovam de forma consistente benefícios para tratamento de dor oncológica, dependência de opioides ou transtornos mentais. Em 2024, a Sociedade Americana de Oncologia Clínica não recomendou uso da cannabis para dor causada por câncer, segundo revisões citadas.
Dados de uso apontam que 15% da população americana consumiu cannabis no último mês, com crescimento de usuários diários em relação ao consumo diário de álcool, segundo fontes citadas. Especialistas ressaltam que muitas evidências de benefício podem incluir vieses ou automedicação.
Fonte: material de estudos e análises publicados nos EUA, com referências a CDC, Yale, Harvard e NIH. Publicação original: The Daily Signal, 2026.
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