Em um teste recente, a WIRED avaliou duas máquinas de espresso portáteis da Outin, a Nano e a Mino, em comparação direta. O experimento utilizou 30 shots de espresso em cada modelo para medir desempenho. O objetivo foi entender qual entrega melhor bebida em situações sem cafeína de qualidade.
Os aparelhos são alimentados por bateria e recarregáveis via USB-C, com acabamento robusto para uso externo. A comparação revelou diferenças relevantes entre os dois modelos, incluindo capacidade da bateria, tempo de carregamento e rendimento por carga.
A WIRED também examinou a capacidade da cesta, a facilidade de dosagem e o resultado sensorial de cada máquina, mantendo o procedimento de 1:2 de Grounds para água. A Avaliação levou em conta a consistência do sabor e o corpo do espresso.
Desempenho e capacidades
A Nano tem bateria de 7.500 mAh, enquanto a Mino entrega 9.000 mAh. Em média, a Nano rende 2 a 3 shots por carga, já a Mino rende 4 a 5. O tempo de recarga desde morto é de cerca de 100 minutos para a Nano e 90 minutos para a Mino.
A Fino, grinder da linha Outin, acompanha as máquinas. Para o teste, foi utilizado grão de origem Costco Colombia Supremo no ajuste 1.2. O conjunto inclui uma colher que funciona como tamper para compactação dos grãos.
O ponto mais destacado foi a capacidade das cestas. Enquanto a Nano deixa em média 17 g de água na câmara, a Mino permanece com apenas 5 g, o que influencia diretamente no volume e na consistência do espresso.
Como resultado, a Mino entregou um shot com melhor corpo e nuances, superior ao da Nano, especialmente para consumo como espresso simples. A Nano não chegou a oferecer o mesmo nível de qualidade de sabor no teste.
O preço da Mino é mais alto, e o peso é 40 g maior que o da Nano. Mesmo assim, o teste indica que a Mino apresenta desempenho superior em termos de extração e qualidade do espresso.
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