O WIRED avaliou várias máquinas de café automáticas em um teste cego com especialistas. A ideia foi ir além do design, da marca ou da facilidade de limpeza para medir o que realmente chega à xícara. Os baristas convidados foram impedidos de identificar as máquinas durante as avaliações, mantendo o foco no sabor e na qualidade do café.
Para o experimento, as máquinas foram identificadas por letras de A a D. Em cada equipamento, os especialistas prepararam um latte e um espresso, com a mesma água, leite e grãos torrados pela mesma equipe, para garantir consistência no teste. O objetivo foi observar diferentes métodos de aquecimento, espuma do leite, extração e sabor. Adam Cozens, da Perky Blenders, e Calum Hunt conduziram a avaliação com os grãos Forest Blend.
Resultados e destaque principal
Ao final, ficou claro que as máquinas mais caras não garantem café de qualidade de cafeteria. O equipamento mais bem pontuado foi o Phillips Cafe Aromis, o mais barato entre os testes, por ter obtido desempenho consistente tanto no latte quanto no espresso. Em segundo lugar ficou a De’Longhi. Em seguida, apareceu a Terra Kaffe TK-O2 e, por fim, a Jura E8, a mais cara, com preço cerca de 800 dólares superior ao concorrente mais próximo.
Análise dos demais aparelhos
Apesar da variedade de opções, nenhum dos modelos premium entregou, isoladamente, a promessa de café de cafezinho de qualidade em casa. A avaliação considerou aparência, textura da espuma, crema, temperatura, extração e sabor. Os avaliadores concordaram que o sabor foi o principal critério, ainda que houvesse discrepâncias entre eles em pontos específicos.
Próximos passos
Os autores também destacaram que o resultado pode variar conforme o gosto do consumidor, e que o teste manteve o foco na bebida preparada, não em aspectos de design ou usabilidade. A matéria completa com as conclusões está disponível no site da WIRED, que convida leitores a sugerir próximos métodos de avaliação.
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