O navio de cruzeiro MV Hondius permanece sob monitoramento enquanto o surto de hantavírus se aproxima das Ilhas Canárias. Mais de 140 passageiros e tripulantes estão a bordo, com três mortes já confirmadas. A embarcação segue para Tenerife, na Espanha, após incidentes ligados à doença por roedores. O risco para o público segue considerado baixo pela OMS.
Autoridades espanholas e a operadora Oceanwide Expeditions atualizam informações, mas ainda há lacunas. O navio deve aportar no início da manhã de domingo, e evacuações devem ocorrer em pequenos barcos, conforme a disponibilidade de voos de repatriação. Países parceiros preparam missões para trazer seus cidadãos de volta.
Origens do surto
Investigações apontam para um casal holandês que pode ter contraído o vírus durante observação de aves antes de embarcar em 1º de abril, na Argentina. O Ministério da Saúde argentino concentra esforços em Ushuaia, na costa sul, com deslocamentos previstos para novas ações nos próximos dias.
Preparativos de repatriação
A Espanha organiza a recepção dos passageiros em Tenerife. Viajantes com sintomas devem ser encaminhados para atendimento médico, com apoio de aeronaves equipadas para transporte médico. Os Estados Unidos e o Reino Unido confirmaram voos para retirar seus cidadãos, com destinos em unidades de quarentena ou biocontenção em território nacional.
Situação dos passageiros e rastreamento
Exposição pode ter ocorrido entre passageiros que deixaram o navio em Santa Helena, no Atlântico Sul, em 24 de abril. Entre eles, houve uma mulher holandesa que viajava com o marido, falecido a bordo. Autoridades realizam rastreamento de contatos em vários países, incluindo África do Sul e Holanda.
Desfecho e monitoramento
Quaisquer desdobramentos sobre o estado de saúde de pessoas e a evolução das ações de contenção serão comunicados por autoridades locais e pela operadora. Pacientes internados e contatos próximos seguem sob observação, com atualizações periódicas previstas.
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