O fabricante AMD revelou o Dense Geometry Format SuperCompression (DGFS), uma camada adicional de compressão para dados DGF. A atualização permite reconstruir blocos originais e decodificar para buffers convencionais, rodando em hardware sem suporte nativo ao DGF. A novidade acompanha o DGF SDK 1.2.
O DGFS atua como formato de armazenamento mais compacto e funciona independentemente do suporte de hardware direto ao DGF. O SDK continua open source e oferece suporte via DirectX 12 e Vulkan, mantendo compatibilidade com diferentes fornecedores de GPU.
Resultados de compressão mostrados pela AMD apontam que o DGFS pode ficar aproximadamente 30% menor que os dados DGF brutos em alguns exemplos. Modelos Dragon e Statuette registraram reduções relevantes com e sem GDeflate aplicado.
Desempenho de decodificação foi apresentado em um sistema com Ryzen 9 7950X, 64 GB de memória e Radeon RX 9070 XT. Um modelo Statuette de 10 milhões de triângulos decodificou para meshlets em 0,15 s, com DGF demorando 0,22 s em CPU de núcleo único.
DGF e RTX Mega Geometry são tecnologias com propósitos diferentes. O DGF funciona como um compactador de arquivos para economizar memória, enquanto o RTX Mega Geometry organiza dados para processamento mais rápido pela GPU.
A ideia central é que o DGFS permita uso imediato em GPUs atuais, como a RDNA 4, funcionando como tradutor entre o formato compacto e a geometria já compreendida pelo hardware. Assim, arquivos menores impactam positivamente carregamentos hoje.
Fonte: VideoCardZ. A AMD cita que a tecnologia não depende de hardware específico para uso imediato, mas pode se inserir na cadeia de renderização com GPUs atuais e futuras.
Entre na conversa da comunidade