Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

IA usa mamografia para avaliar risco cardíaco em mulheres

Estudo com IA em mamografias sugere que cálcio nas artérias mamárias pode indicar risco de infarto e AVC, mas ainda requer validação clínica ampla

Imagem de mamografia com nódulo
0:00
Carregando...
0:00

O estudo avaliou se a mamografia de rotina pode ajudar a prever o risco de doenças cardíacas em mulheres. Com IA, pesquisadores dos Estados Unidos analisaram sinais precoces de alterações nas artérias a partir de exames usados para rastrear câncer de mama. O objetivo: ampliar o uso da mamografia além da oncologia.

Foram analisados dados de 123.762 mulheres submetidas a mamografias de rotina, sem histórico prévio de doença cardiovascular. A IA mediu a presença de depósitos de cálcio nas artérias mamárias, indicador de envelhecimento vascular e enrijecimento.

Os resultados mostram que esses depósitos se associam a maior risco de eventos cardiovasculares, como infarto, AVC e insuficiência cardíaca. A pesquisa foi publicada em março no European Heart Journal.

A função adicional da mamografia pode orientar a estratificação de risco e a adoção de medidas preventivas mais personalizadas. A aplicação clínica ainda demanda validação por estudos adicionais com métodos complementares.

Especialistas ressaltam que o acúmulo de cálcio nas artérias mamárias, isoladamente, não determina infarto. Trata-se de uma manifestação de aterosclerose sistêmica, exigindo confirmação com outras avaliações.

Apesar do potencial, a prática não deve substituir exames cardiológicos específicos quando houver suspeita clínica. Pesquisas futuras devem esclarecer como a mamografia com IA pode integrar a rotina de saúde cardiovascular.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais