A Islândia está avaliando há seis anos a implementação de uma semana de trabalho de quatro dias, mantendo salários. Desde 2019, a maior parte dos trabalhadores passou a cumprir 36 horas semanais, em vez de 40. A recente análise aponta impactos positivos para a força de trabalho.
A iniciativa surgiu como resposta às demandas da Geração Z por equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O país optou por reduzir a jornada sem reduzir remuneração, acompanhando parte do setor público e privado. A avaliação envolve a maioria da população trabalhadora.
A conclusão preliminar mostra que os receios iniciais foram refutados. A produtividade aumentou, com ganho anual de cerca de 1,5%. Além disso, a redução do estresse e o bem-estar dos trabalhadores ficaram evidentes em diversos setores.
Resultados e impactos para a produtividade
- 86% da população trabalhadora foi contemplada pelo modelo de 4 dias.
- A produtividade manteve o ritmo e apresentou aumento de 1,5% ao ano.
- Benefícios observados incluem menor estresse e melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Desafios e percepções iniciais
- Questionamentos sobre custos de adaptação foram amplamente discutidos no início.
- A pesquisa indica que o modelo não reduziu salários nem produtividade de forma significativa.
- Dados ainda vêm de auditorias em setores específicos e de avaliações contínuas.
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