Uma mulher residente na Pensilvânia encontrou um diamante branco de 3,09 quilates durante visita ao Crater of Diamonds State Park, no Arkansas. A descoberta ocorreu enquanto a visitante caminhava pelo parque, conhecido por permitir busca de diamantes na fonte vulcânica.
Segundo o parque, a visitante enfrentava um momento de luto pela perda de familiares e viu na pedra um símbolo de recomeço. O diamante ganhou o nome Za’Novia Liberty Diamond, em referência aos netos da mulher e aos 250 anos dos Estados Unidos, em 2026.
O Crater of Diamonds State Park é o único lugar do mundo aberto ao público onde se busca diamantes em seu local de origem vulcânica. A joia já é considerada uma curiosidade local, incorporando história pessoal e contexto histórico.
Como o diamante se forma na natureza
O diamante se forma a partir de carbono sob alta pressão, entre 150 e 250 quilômetros de profundidade, com temperaturas superiores a 1200 graus Celsius. A rocha fica, então, exposta por erupções vulcânicas que criam kimberlitos e lamproítos.
Com o tempo, a erosão libera os diamantes, que se acumulam em depósitos aluviais e cascalhos de rios. Muitos diamantes são mais velhos que os continentes onde estão hoje, chegando a ter mais de 1 bilhão de anos de idade.
Fatores de valor de um diamante
O preço é guiado pelas 4 Cs: carat, color, clarity e cut. O peso influencia a raridade, mas não define o valor isoladamente. Cor, pureza e lapidação também impactam o brilho e a percepção de qualidade.
Além disso, diamantes de cores intensas podem alcançar preços superiores, enquanto a qualidade da lapidação maximiza o brilho. A combinação desses atributos determina a avaliação final da pedra.
Panorama de produção e mercado
O mercado global de diamantes movimenta bilhões de dólares anualmente, com demanda tanto no luxo quanto na indústria. Avanços em mineração, certificação e diamantes sintéticos continuam a remodelar a cadeia de produção e comercialização.
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