O El Niño é apontado pela NOAA como provável neste ano, com 60% de chance de se desenvolver entre maio e julho e mais de 90% a partir da primavera seguinte. A previsão indica que o fenômeno deve ocorrer na segunda metade do ano.
Modelos atuais permitem estimar evolução com meses de antecedência, observando anomalias de temperatura e possíveis impactos. A previsão de intensidade ainda envolve incerteza, já que prazos maiores elevam o grau de variação.
Especialistas destacam que o El Niño aumenta a probabilidade de eventos extremos, como chuvas fortes no Sul do Brasil e no litoral do Peru e Equador, além de secas em outras regiões. A relação entre intensidade e impactos não é direta.
Previsões atuais e incertezas
Estimativas para a primavera de 2026 variam quanto à intensidade, com possibilidades de fraca a forte. Institutos divergem sobre a robustez dos prognósticos para o próximo ciclo ENOS.
O IRI aponta alta incerteza nas previsões sobre a intensidade do ENOS em 2026-2027. A recomendação é aguardar o inverno para obter maior confiança nas previsões de impactos.
Impactos esperados no Brasil
A disseminação de informações sugere aumento de chuvas no Sul e no litoral da região, além de menor precipitação no Norte, porém não há consenso definitivo. Monitoramento contínuo é essencial para orientar ações de mitigação.
Eventos extremos podem ocorrer com ou sem El Niño, mas o fenômeno tende a ampliar a variabilidade climática. Entre 2023 e 2024, houve episódios de calor e seca que intensificaram incêndios e desastres naturais.
O monitoramento internacional continua sendo o principal instrumento para entender o presente e projetar possíveis desdobramentos. Fontes oficiais ressaltam que previsões de longo prazo carregam maior incerteza.
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