A proteção vacinal no Brasil volta a ser prioridade oficial para reverter o recuo observável nos índices de imunização. A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, voltada a grupos prioritários, está na reta final, com término previsto para o dia 30 de abril. Em meio à desinformação e à queda de adesão, o objetivo é ampliar coberturas e reduzir riscos de complicações.
Dados recentes indicam que, entre cerca de 80 milhões de pessoas nos grupos prioritários, quase 26 milhões ainda não tomaram a dose. O alerta vem em meio a sinais de recrudescimento de doenças respiratórias, com destaque para a gripe e o vírus sincicial respiratório (VSR). A meta é melhorar proteções principalmente em crianças, gestantes e idosos.
Retomada de coberturas e desafios
O esforço de recuperação encontra apoio em dados do Boletim InfoGripe, da Fiocruz, que apontou alta de casos de síndrome respiratória aguda grave associada ao VSR e à influenza. Crianças menores de 2 anos são as mais impactadas, segundo o relatório.
Para grávidas, a partir da 28ª semana, a imunização contra o VSR também é recomendada, visando evitar Bronquiolite nos primeiros meses de vida. A proteção das crianças é amparada por dispositivos legais, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição, que asseguram prioridade à saúde infantil.
Onde buscar vacinas e informações
A população prioritária pode se dirigir a unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação. Em caso de dúvidas sobre imunizantes, o portal do governo disponibiliza orientações oficiais. Vacinas são seguras, eficazes e evitam um número expressivo de mortes globalmente, conforme a OMS. A oferta de doses continua ampla e gratuita no país.
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