Alcolase, startup de biotecnologia com sede na Dinamarca, garantiu 1,3 milhão de libras para desenvolver um tratamento baseado em enzimas para a deficiência de ALDH2, condição que provoca intolerância ao álcool. A startup busca reduzir os efeitos do acetaldeído no organismo e ampliar a participação de pessoas em eventos sociais.
A iniciativa foca em encapsulação lipossomal para atuar no estômago, antes da absorção pelo sangue. O objetivo é diminuir sintomas como náuseas, rubor e desconforto associados à intoxicação, permitindo maior inclusão social para quem apresenta a deficiência.
O financiamento foi assegurado junto a Ada Ventures, Deliphinus Venture Capital, Antler, Manigoff Invest e investidores-anjo. Os recursos vão viabilizar o primeiro estudo in vivo e fortalecer o portfólio de patentes, além de apoiar passos comerciais iniciais em mercados-chave.
Estrutura e mercados-alvo
A empresa planeja entrar inicialmente em Singapura e na Coreia do Sul, após o aporte financeiro. O desenvolvimento ocorre a partir de pesquisas que remontam ao período pandêmico, com previsão de expandir para outros mercados conforme avanem as etapas clínicas.
A Alcolase opera sob uma subsidiária no Reino Unido, apoiada pela Ada Ventures, para acelerar a entrega da plataforma de tratamento. Executivos da Ada destacam a relevância do projeto para milhões de pessoas afetadas pela deficiência de ALDH2.
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