Melissa Casias, funcionária de um laboratório nuclear dos EUA, foi encontrada morta quase um ano após o seu desaparecimento. O corpo foi localizado na Floresta Nacional de Carson, no Novo México, após investigações que seguem sem conclusão sobre o que aconteceu.
A descoberta ocorreu quando um trilheiro encontrou os restos mortais na região de McGaffey Ridge, cerca de 10 km do último avistamento. Próximo ao corpo, foi localizada uma arma. O Instituto Médico Legal do Novo México ainda não divulgou causa ou data da morte.
Casias, 53 anos, trabalhava no Los Alamos National Laboratory, ligado a pesquisas avançadas desde a era das primeiras armas nucleares. Ela sumiu em 26 de junho de 2025, após informar à família que trabalharia de casa, deixando carteira, documentos e celular para trás.
Casos ligados à segurança nacional
A divulgação do caso de Melissa intensificou discussões sobre desaparecimentos envolvendo militares, laboratórios estratégicos e programas aeroespaciais. Entre os casos mencionados, destaca-se o do major-general da reserva William McCasland, sumido em fevereiro no Novo México, ligado a projetos de pesquisa avançada.
Monica Reza, engenheira e cientista de materiais para uso aeroespacial, também ficou sem localizaçao desde junho de 2025, durante trilha na Califórnia. Ela atuava na Aerojet Rocketdyne, contratada pela NASA e pela Força Aérea.
As informações sobre os três casos passaram a ser associadas por especialistas a setores sensíveis de defesa. Não houve confirmação de vínculos entre as situações até o momento.
Posição das autoridades
A polícia do Novo México afirma que não há conclusão de vínculo direto entre Melissa e os demais casos citados. A investigação de Melissa continua aberta, com trabalhos de perícia e análise de evidências em curso.
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