O evento de El Niño voltou a preocupar cientistas neste mês de maio de 2026. A possibilidade de um Super El Niño é discutida como potencial destaque climático global, capaz de intensificar secas, enchentes e ondas de calor.
Especialistas apontam que o fenômeno ocorre quando as águas do Pacífico ficam mais quentes do que o normal, alterando padrões climáticos. O tema volta a ganhar atenção após décadas de alertas.
Essa condição de 2026 é comparada a episódios fortes anteriores, com o planeta já mais aquecido. O fator adicional são as mudanças climáticas, que podem ampliar impactos e frequência de eventos extremos.
Contexto histórico
VEJA já havia trazido, em 1997, um alerta sobre a fúria do El Niño, descrevendo o fenômeno como um diagnóstico de monstro. Na época, o mundo enfrentava um dos El Niños mais fortes do século.
Hoje, a preocupação não é apenas técnica, mas também prática, envolvendo governos, empresas e comunidades, diante de possíveis consequências econômicas e sociais.
Perspectivas e preparação
A dúvida central é quanto o clima pode mudar nos próximos anos e quais medidas serão adotadas para mitigar danos. Especialistas ressaltam a necessidade de monitoramento contínuo e planejamento de risco.
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