A ascensão da inteligência artificial tem levado a debates sobre o que domina a internet: pessoas ou bots. A Teoria da Internet Morta sustenta que conteúdos online são criados majoritariamente por sistemas de IA e não por indivíduos.
Defesa da teoria afirma que, hoje, ações autônomas substituem grande parte da produção de vídeos, imagens e textos. Segundo os defensores, algoritmos manipulam interações e moldam a opinião pública.
A ideia ganhou força a partir de 2021, após surgir em fóruns online. Um post anônimo descreveu que a internet teria morrido em 2016, com conteúdos cada vez mais gerados por IA ou por bots.
O papel dos bots na web
Relatórios apontam que bots já representam parcela significativa do tráfego global. Estimativas indicam entre 40% e 50% do acesso, incluindo atividades legítimas e maliciosas.
Entre exemplos recentes, surgiram plataformas que prometiam redes compostas por IA, mas foram desmentidas por especialistas. Conteúdos gerados por humanos foram confundidos com ações automatizadas.
Muitos conteúdos que vemos hoje são produzidos com auxílio de IA, segundo estudos. Pesquisas combinam dados de universidades e instituições para mensurar o avanço da automação.
Principais tipos de conteúdo gerado por IA incluem textos para blogs, posts em redes, imagens, vídeos e áudios. Ferramentas de IA também avançam em dublagens e deepfakes.
A teoria diante de evidências
Ainda não há provas de que a internet tenha morrido de fato. Pesquisas recentes sugerem transformação, com humanos e máquinas convivendo na mesma arena digital.
Especialistas ressaltam que não existe um controle centralizado capaz de substituir a atividade humana online. A teoria permanece como alerta sobre automação e participação computacional.
Entre na conversa da comunidade