A madrugada de 7 de junho foi marcada por temperaturas muito baixas no Sudeste, com valores próximos a 10°C ou inferiores em boa parte da região. Em paralelo, o Centro-Oeste também registrou quedas acima do esperado para o período, com registros similares nas capitais. O frio intenso tem causado sensação de destaque no mapa climático do país.
Meteorologistas explicam que o fenômeno é resultado de uma massa de ar frio e seco de origem polar, vinda da Antártida. A combinação de ar seco, céu quase sem nuvens e noites longas favorece o resfriamento da superfície, derrubando as temperaturas. A massa de ar frio avança desde o Sul e se expande para Sudeste e Centro-Oeste.
Causas do frio
A atuação de uma frente fria associada à massa polar provoca queda mais acentuada nas regiões. O bloqueio de ar seco deve romper nos próximos dias com a formação de dois ciclones na costa da Região Sul. Esses sistemas devem trazer chuvas atípicas para junho no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, antes de um novo frente frio se consolidar.
Previsão e impacto
Segundo especialistas, o tempo tende a permanecer frio no Centro-Sul até o início do inverno, com ar frio ainda dominante. A previsão aponta possibilidade de chuvas adicionais antes de uma nova massa de ar polar mais potente. A escala de frio pode manter temperaturas baixas em várias localidades.
Cuidados com a saúde e bem-estar
Especialistas ressaltam que o frio seco aumenta o risco fisiológico. O ressecamento das vias aéreas pode facilitar infecções virais e agravar doenças respiratórias. Medidas recomendadas incluem umidificar ambientes, manter hidratação, higiene nasal, evitar aglomerações e manter medicações para pessoas com problemas respiratórios sob orientação médica.
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