Natalie Morales, 54 anos, já se preocupa com sinais de Alzheimer após um episódio recente durante uma viagem de trabalho. A jornalista esqueceu o número do quarto do hotel e procurou as portas da suíte, refletindo sobre uma possível perda de memória.
A experiência levou Morales a relembrar a história da família. A sogra Kay Rhodes, que faleceu em 2014, lutou por anos contra a doença, que hoje atinge mais de 7 milhões de americanos. Morales afirma ficar atenta a palavras difíceis de lembrar e a nomes que não vem à mente.
A jornalista participa de uma campanha de conscientização sobre os sinais precoces da doença, em parceria com a Kisunla, tratamento aprovado pela FDA para Alzheimer em estágio inicial. Ela incentiva conversar com médicos ao notar lapsos de memória, seja em si mesma ou em familiares.
O que aconteceu e quem está envolvido
Morales relatou aos veículos de imprensa que, durante a viagem, passou pela área de exercícios do hotel e, depois, subiu para o andar incorreto, testando o cartão de acesso em várias portas. Ela descreveu o episódio como um lapso de memória que a fez questionar o que estava ocorrendo.
A campanha busca ampliar o diagnóstico precoce e oferecer opções de tratamento que não existiam no passado, segundo Morales. Ela ressalta que a perspectiva para quem tem dementia evoluiu de forma mais positiva nos últimos anos.
Contexto familiar e cotidiano de cuidadosa
A relação de Morales com a família envolve cuidadoria de longa distância. Enquanto ela e o marido moravam longe, os sogros ficaram em Denver, com a família contando com vizinhos e amigos para apoiar nos momentos mais críticos. O marido atuou como cuidador principal em grande parte do período.
Além da sogra, o sogro enfrentou Parkinson e faleceu em 2021. Morales aponta que a pandemia de COVID-19 tornou a assistência remota ainda mais desafiadora, mas ressalta que a rede comunitária foi essencial para manter a qualidade de vida do casal nos últimos dias.
Morales enfatiza a importância de conhecer as preferências de quem recebe os cuidados. Segundo ela, entender os desejos do familiar ajuda a manter decisões alinhadas com a dignidade do paciente e oferece tranquilidade à família.
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