Recentes pesquisas indicam que trabalhadores dos EUA são os grandes cemente AI globais, com mais da metade dos profissionais de escritório se declarando céticos em relação à IA. O estudo é conjunto da Salesforce e YouGov e envolve mais de 1.500 trabalhadores de escritório em quatro continentes.
Os respondentes norte-americanos veem a IA como útil para mobilidade na carreira, mas mantêm ceticismo maior do que a média mundial. Eles citam dúvidas sobre experiência prática com IA no dia a dia de trabalho e em outputs pouco confiáveis.
Além disso, o levantamento aponta que o receio vai além do risco de perda de empregos. Falta de treinamento, qualidade de dados e governança inadequada são destacados como entraves à adoção efetiva.
Resultados globais e EUA
Ao comparar regiões, economias emergentes mostram maior confiança na IA. Países como Índia registram níveis de uso e confiança acima de 80%, enquanto EUA ficam em torno de 50%. A diferença é explicada por fatores culturais e de maturidade tecnológica.
A pesquisa de Stanford e outras fontes reforça que a otimista about IA cresce, mas surgem também preocupações. Em economias avançadas, a narrativa tende a associar IA a deslocamentos de trabalho.
Fatores de adoção e próximos passos
Entre os motivos de pilotos de IA mal sucedidos estão outputs genéricos, treinamento insuficiente e baixa confiança. Especialistas destacam necessidade de dados confiáveis e de uma base de dados sólida para governança.
Especialistas ressaltam que adoção bem-sucedida depende de treinamento de funcionários, integração com ferramentas diárias e testes extensos antes de produção. A personalização das soluções também é apontada como crucial.
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