O Telescópio Espacial Hubble enfrenta deterioração lenta, mas a NASA não tem certeza de que vale a pena mantê-lo ativo por mais tempo. A incerteza surge do custo, da idade do equipamento e da comparação com outros ativos já no espaço.
A NASA informou que investiu quase US$ 100 milhões em 2025 para manter o Hubble em operação, enquanto o James Webb recebeu muito mais recursos. O Hubble foi lançado em 1990 e, por preservá-lo, o custo de operação se mantém elevado diante da idade avançada.
Apesar das despesas, o Hubble continua funcionando bem. A agência avalia se prolongar sua vida útil compensa diante de outras prioridades e do risco de desuso futuro. O cenário envolve também a possibilidade de desorbitar o observatório.
Link, missão de resgate de Swift
No contexto, está prevista a missão Link, desenvolvida pela Katalyst Space, para resgatar o Telescópio Neil Gehrels Swift. O lançamento está programado para o final deste mês, em meio a avaliações sobre uso de recursos e retorno científico.
A decisão envolve prazos tecnológicos, custos adicionais e impactos na programação de outras missões da NASA. O objetivo da Link é ampliar a janela de observação de telescópios em órbita, antes de ações definitivas sobre o Hubble.
Com a avaliação em curso, a NASA pondera o que significaria manter o Hubble ativo versus priorizar investimentos em equipamentos mais modernos. Não houve anúncio de conclusão sobre a estratégia a seguir.
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