A Globo estreia tecnologia sustentável nos microfones durante a Copa do Mundo de 2026, nos EUA, no Canadá e no México. Repórteres usarão canoplas em impressão 3D, com a marca da emissora, em estádios, centros de treinamento e zonas mistas.
As peças são produzidas em parceria com um laboratório da Universidade de Brasília (UnB) e usam polímero de origem renovável derivado do amido de milho.
A mudança substitui o plástico tradicional por modelos biodegradáveis, com produção sob demanda que reduz desperdícios e estoques. A logomarca passa a fazer parte da estrutura impressa, aumentando a durabilidade.
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