Dois moradores de Wellington acionaram equipes de controle de pragas após relatos de detecção de ratos em áreas urbanas. Em pleno março, um morador encontrou túneis cortando o composto de sua casa e, após tentativas de captura, chamou o serviço de rastreamento para eliminar o roedor.
A operação envolve equipes de detecção, captura e confirmação genética. Um cão farejador é usado para identificar sinais de ratos, seguido de armadilões, câmeras e iscas. O objetivo é confirmar a espécie e determinar se o animal é local ou migrante.
No caso específico, o roedor encontrado pesava 529 gramas e media quase 50 centímetros, com pelo malhado. Trata-se de um ratoNorueguês, uma espécie introduzida na Nova Zelândia há séculos, entre os maiores já capturados pela equipe.
A ação faz parte do projeto Predator Free Wellington, que atua na capital e em áreas próximas. A iniciativa busca erradicar predadores introduzidos até 2050 para proteger a fauna nativa.
O projeto depende do envolvimento da comunidade. Moradores são orientados a ligar para uma linha 0800 NO RATS sempre que avistarem sinais de predadores. A participação popular reforça a detecção precoce.
Desde o início, Miramar, na península de Wellington, apresentou avanços significativos na recuperação de aves nativas. Em Waiheke, as populações de aves nativas também mostraram crescimento expressivo desde 2020.
As equipes ressaltam que a erradicação contínua exige vigilância constante. Detectar e capturar um único intruso precocemente impede a reestabelecimento de uma população de predadores na área.
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