Nos dias atuais, o ex-técnico Carlos Alberto Parreira foi internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, por complicações de saúde. A instituição comunicou a internação, sem divulgar detalhes do estado dele, para preservar a privacidade.
Parreira, 83 anos, é diagnosticado com linfoma de Hodgkin, câncer que ataca o sistema linfático e os linfócitos, células do sistema imunológico. O diagnóstico veio a público por meio de fontes próximas ao caso.
O linfoma de Hodgkin é relativamente raro no Brasil, com cerca de 3 casos para cada 100 mil habitantes. A doença costuma iniciar em gânglios linfáticos do pescoço, virilha, tórax ou axilas.
O que é o linfoma de Hodgkin
As células malignas associadas ao Hodgkin são chamadas de Reed-Sternberg, produtoras de inflamação local e atração de células de defesa. O resultado é o crescimento de uma massa tumoral nos gânglios.
Essas células podem se espalhar pelos vasos linfáticos, atingindo tecidos próximos e aumentando o estágio da doença. O linfoma de Hodgkin representa cerca de 20% dos casos de linfoma.
Sintomas, diagnóstico e prognóstico
Entre os sinais estão o inchaço dos gânglios, febre, suores noturnos e emagrecimento não intencional. Esses sintomas, conhecidos como sinais B, ajudam na detecção precoce.
Apesar da gravidade, o diagnóstico precoce eleva as chances de cura, que podem chegar a cerca de 90%. A confirmação depende de avaliação médica e, se necessário, de biópsia.
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