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Hipotermia em pets exige atenção redobrada dos tutores no inverno

Hipotermia em pets exige ação rápida: retire o animal do frio, aqueça gradualmente com bolsas mornas envoltas em tecido e procure um veterinário

imagem meramente ilustrativa / Magnific / Porto Alegre 24 horas
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Durante o inverno, a hipotermia em pets ganha relevância e exige atenção dos tutores. A temperatura retal abaixo de 37,2°C sinaliza perigo para cães e gatos. A orientação é monitorar comportamento e sinais de resfriamento.

Quando há indicativos de resfriamento extremo, retire o animal do frio. Leve-o para um ambiente interno, seco e protegido de ventos, mantendo-o afastado de correntes de ar.

Em seguida, seque a pelagem com toalhas e envolva o pet em cobertas, para aquecer de forma gradual. Use bolsas de água morna ou mantas aquecidas em tecido, sem contato direto com a pele.

Aquecimento gradual e indireto é essencial para evitar queimaduras. Evite fontes de calor diretas. Consultar um veterinário é indispensável para avaliar o estado do animal e planejar a recuperação.

Caso o animal permaneça consciente, oferecer pequenas quantidades de água morna pode ajudar na regulação interna. No entanto, medidas caseiras são apenas primeiros socorros até avaliação profissional.

Para mais orientações de manejo e bem-estar, siga o perfil SaPetSitter no Instagram, que compartilha dicas de cuidado com pets.

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