Kashe Quest, uma menina de apenas 2 anos, é tema de repercussão mundial após entrar para a Mensa, a comunidade de alto QI. Moradora de Los Angeles, nos EUA, ela se tornou a mais jovem integrante da história da organização.
Segundo os pais, sinais de desenvolvimento acelerado surgiram antes dos 2 anos. Aos 17 meses, Kashe dominava o alfabeto, números, cores e formas geométricas, além de memorizar conteúdos e aplicá-los em situações diferentes.
A avaliação especializada apontou um QI de 146, acima da média. Com isso, ela ingressou na Mensa, que reúne apenas os 2% mais inteligentes. O feito estabeleceu um recorde dentro da própria entidade.
Especialistas destacam que a ciência ainda não explica plenamente casos como esse, em que crianças admitem habilidades extraordinárias tão precocemente. O cérebro infantil passa por mudanças significativas nos primeiros anos.
Apesar da notoriedade, Kashe leva uma vida infantil comum. Ela brinca, assiste a desenhos e participa de atividades típicas da idade, com os pais buscando equilíbrio entre estímulo cognitivo e infância saudável.
> O caso reacende debates sobre desenvolvimento infantil e educação de crianças com altas habilidades. O QI é apenas um dos indicadores de capacidade, e o potencial vai muito além de um número isolado.
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