A Copa do Mundo entra na etapa decisiva, trazendo emoção e expectativa, mas também potencial para crises de enxaqueca. Especialista da ABN orienta como evitar a dor durante os jogos. Fãs devem ficar atentos aos gatilhos que aparecem nessa fase.
A rotina de quem acompanha as partidas muda bastante. Ansiedade, noites mal dormidas e longos momentos diante das telas são comuns. Consumo excessivo de álcool e jejuns prolongados aumentam o risco para quem tem predisposição.
A enxaqueca se manifesta principalmente com dor de cabeça intensa, náuseas e tontura. Sensibilidade à luz e aos sons também pode ocorrer, dificultando a participação nas transmissões.
Como reduzir o risco durante as partidas, vale dormir bem, manter a hidratação e evitar longos períodos sem comer. Pausas curtas longe da tela ajudam a controlar o quadro.
Avanços no tratamento médico
A prevenção é fundamental, mas existem opções modernas de tratamento. Medicamentos que atuam nos mecanismos da enxaqueca ganham espaço, especialmente os anticorpos monoclonais contra CGRP, associados a melhora na frequência e intensidade das crises.
No Brasil, esses recursos estão disponíveis desde 2020, com uso injetável. Entre eles estão o fremanezumabe, o galcanezumabe, o eptinezumabe e o erenumabe, com variações na disponibilidade ao longo do tempo. Nos últimos relatos, o galcanezumabe teve saída do mercado, e o fremanezumabe permanece em uso.
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