Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Descoberta revela naufrágio do século XVII com ouro e joias

Naufrágio do Phoenix, em mil seiscentos e oitenta, revela ouro, joias e artefatos preservados, fortalecendo o legado marítimo das Ilhas Scilly

O curador do Museu das Ilhas Scilly, Xavier Duffy, examinando tesouros recuperados com o mergulhador Todd Stevens
0:00
Carregando...
0:00

Uma carga de moedas de ouro, joias, instrumentos de navegação e objetos pessoais de um navio que afundou em 1680 foi doada ao Museu das Ilhas Scilly, no sudoeste da Inglaterra. A embarcação era a Phoenix, da Companhia das Índias Orientais, que naufragou durante uma tempestade ao retornar da China. As peças foram encontradas por Todd Stevens, mergulhador responsável por localizar o navio em 2017 após extensa pesquisa histórica e exploração subaquática. O estado de conservação surpreendeu especialistas.

A descoberta ganhou folego com uma pista encontrada em um mapa antigo nos arquivos do Museu Marítimo Nacional, em Greenwich. O registro descreve um trecho próximo à ilha de Samson, com a anotação Cap Wildy perdido, referência ao capitão William Wildy. A localização levou a várias expedições de mergulho até confirmar os destroços da Phoenix.

A confirmação veio pela identificação de um tipo específico de lastro, composto por fragmentos de canhões de ferro, conhecidos como kentledge, que funciona como assinatura da embarcação. Construída em 1670, a Phoenix era um navio de guerra adaptado ao transporte comercial, equipado com 46 canhões e operado pela Companhia das Índias Orientais. A carga original incluía pimenta, especiarias, sedas e tecidos, com parte recuperada logo após o acidente.

Contexto histórico da nauvem

Phoenix afundou em 11 de janeiro de 1680 perto das Ilhas Scilly, uma região marcada por rochas submersas e canais estreitos. A dificuldade de navegação na área contribuiu para inúmeros despistes ao longo dos séculos. A perda do navio estimulou a construção do primeiro farol das Ilhas Scilly, em St. Agnes, para melhorar a segurança marítima.

Conservação e memória

As peças serão incorporadas à nova Galeria Marítima do Museu das Ilhas Scilly, instalada na prefeitura restaurada de Hugh Town, em St. Mary’s. O acervo oferece visão sobre a vida a bordo de um navio mercante do século 17, desde instrumentos de navegação até itens do dia a dia da tripulação. O curador do museu afirma que a doação facilita a preservação do material para o público.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais