04 de mai 2025
Robô humanoide G1 da Unitree encanta público em feira de Hannover com interações únicas
Robôs humanoides, como o G1 da Unitree, prometem revolucionar o trabalho, mas desafios tecnológicos ainda atrasam sua adoção em lares.
Robôs humanoides interagem com uma criança (Foto: Getty Images via BBC)
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Robô humanoide G1 da Unitree é destaque na Hannover Messe
O G1, robô humanoide da empresa chinesa Unitree, foi apresentado na Hannover Messe, uma das maiores feiras industriais do mundo. Com 1,30 m de altura, o G1 se destaca por sua acessibilidade e fluidez de movimentos, atraindo a atenção do público. O robô é controlado remotamente e interage com os visitantes, que se mostram curiosos e engajados.
A Unitree é uma das várias empresas que desenvolvem robôs humanoides, um setor em crescimento que promete transformar a força de trabalho. Robôs humanoides podem oferecer soluções em ambientes de trabalho, mas ainda enfrentam desafios para operar em locais não controlados, como residências e restaurantes. A inteligência artificial (IA) necessária para essas máquinas ainda não atingiu um nível avançado, segundo representantes da Unitree.
Empresas como Tesla e Hyundai também estão investindo em robôs humanoides. A Tesla, por exemplo, planeja construir "vários milhares" do robô Optimus para uso em suas fábricas. A BMW e a Hyundai seguem o mesmo caminho, introduzindo robôs em suas operações. A competição no setor é intensa, com empresas chinesas liderando o mercado devido a um ecossistema robusto de pesquisa e desenvolvimento.
O G1 é comercializado por US$ 16 mil (R$ 90,9 mil) e é voltado para instituições de pesquisa e empresas de tecnologia. A demanda por robôs humanoides está crescendo, especialmente na Ásia, onde quase 60% do financiamento para esse tipo de tecnologia é captado. O apoio do governo chinês também é um fator que favorece o desenvolvimento de robôs no país.
Bren Pierce, fundador da Kinisi, lançou o robô KR1, que não possui pernas e é projetado para armazéns. Ele destaca a importância de um software acessível, permitindo que trabalhadores comuns operem os robôs com facilidade. Apesar do avanço, Pierce acredita que a chegada de robôs humanoides em lares ainda está a 10 a 15 anos de distância.
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