- Cerca de 26% das crianças que começaram o ano de acolhimento em 2025 não estavam toilet trained, segundo pesquisa com docentes na Inglaterra.
- Além disso, 28% não conseguiam comer e beber sozinhas e 25% tinham dificuldades em outras habilidades básicas.
- A pesquisa aponta que 37% das crianças não estavam school ready ao entrar no ensino, subindo de 33% em 2024.
- Regiões do nordeste, Oeste Médio e noroeste registraram as maiores quedas na prontidão para a escola.
- Os docentes dizem perder 1,4 horas por dia trocando fraldas ou ajudando crianças não treinadas, totalizando 2,4 horas de ensino diário.
Um inquérito com 1.000 profissionais de ensino na Inglaterra mostrou que 26% das crianças que iniciaram o ensino infantil em 2025 não estavam fiéis à higiene básica, com episódios frequentes em cada turma. O estudo também aponta que 28% não consegue comer sozinhas e 25% enfrentam outras habilidades básicas. Em 36%, especialmente no nordeste, houve maior dificuldade com o uso do toilets.
A pesquisa, realizada pela organização beneficente Kindred Squared, afirma ainda que 28% dos aprendizes não usam livros de forma adequada, tentando tocar páginas como se fossem telas. Os dados servem como alerta sobre o que os docentes consideram “falta de prontidão escolar” ao chegar à escola. A expectativa governamental é aumentar a parcela de alunos considerados prontos ao ingressar no ensino.
Por que isso importa: o governo definiu que 75% das crianças estejam prontas até 2028 para começarem a escola, com base em marcos de desenvolvimento como linguagem, alimentação, higiene e autonomia. O levantamento indica que 37% chegam sem essas habilidades básicas, alta em relação a 2024.
Aproximação regional revela os maiores déficits no nordeste, West Midlands e nordeste, onde a carência de prontidão é mais pronunciada. Professores afirmam despendiar cerca de 1,4 hora diária para trocar fraldas ou gerenciar crianças sem treinamento adequado, além de perder 2,4 horas diárias de ensino.
Desafios da prontidão escolar
Segundo Felicity Gillespie, CEO da Kindred Squared, a situação signaling um momento crítico: não se trata apenas de sala de aula, mas de um problema sistêmico com recursos, expectativas, custo de vida e informação aos pais. Diretores ressaltam que a expansão de serviços de família não resolve rapidamente a defasagem.
A nível institucional, o Ministério da Educação aponta progressos, com 68,3% das crianças apresentando bom nível de desenvolvimento ao fim do ano de reception em 2024-25, aumento modesto em relação ao ano anterior. O governo também tem investido na expansão de hubs de apoio familiar, com 12 milhões de libras distribuídos para 65 áreas locais.
Reações e perspectivas
A comunidade escolar reage com cautela. O secretário-geral da NAHT afirma que os diretores relatam aumento de crianças sem habilidades básicas de prontidão. Por outro lado, a percepção dos pais diverge: uma pesquisa com 1.000 responsáveis aponta 88% acreditando que seus filhos estão prontos para ingressar na escola, com 94% desejando diretrizes nacionais sobre preparo escolar.
A direção da secretaria de educação destacou que o objetivo é ampliar a preparação para aprender, ressaltando sinais iniciais de melhoria e reconhecendo a necessidade de avançar. O relatório completo mantém o foco em dados verificáveis e sem interpretação político-partidária.
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