Neste trágico incidente, Juliana Marins, uma brasileira, faleceu após cair durante a trilha de subida ao vulcão Rinjani, na Indonésia. Ela aguardou quatro dias por resgate em um desfiladeiro. O caso levanta preocupações sobre a segurança e a estrutura das agências que promovem a trilha como uma atividade simples e segura.
Maria Luiza Lins Reuter, amiga de Juliana e viajante experiente, compartilhou sua própria experiência na região em 2017. Ela destacou a falta de informações precisas e a estrutura inadequada das agências. “As chances de a Juliana ter sido enganada são muito grandes. Lamento demais”, afirmou Maria. Durante sua viagem, ela e suas amigas foram levadas a acreditar que a trilha era acessível a todos, incluindo idosos e crianças.
Ao chegarem à base do vulcão, Maria e suas amigas enfrentaram uma série de problemas. Equipamentos inadequados e a pressão para continuar a trilha foram algumas das dificuldades. “Nos foi garantido que teríamos um guia experiente, mas a realidade foi bem diferente”, disse. O guia levou apenas duas barracas para seis pessoas e sugeriu que uma delas dormisse com um desconhecido do grupo.
A situação piorou durante a subida ao cume, quando o grupo ficou sem iluminação. “Fizemos o restante da caminhada no escuro”, relatou Maria. Apesar das dificuldades, elas conseguiram completar a trilha, mas a experiência deixou marcas. “O que aconteceu foi um absurdo. Isso continua acontecendo”, lamentou. O caso de Juliana Marins reforça a necessidade de uma maior fiscalização e responsabilidade das agências de turismo.
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