Vincent Chan trabalhou na Bright Horizons, em Londres, de 2017 até sua prisão em junho de 2024. Ele se declarou culpado de 26 crimes contra meninas de dois a quatro anos sob seus cuidados. A empresa enfrenta críticas por falhas de vigilância e recrutamento, com revisão de proteção infantil prevista.
Novas alegações indicam que as preocupações dos pais não foram consideradas antes de Chan ser desmascarado como pedófilo. A Bright Horizons também confirmou que já empregou outra trabalhadora com histórico de interesse sexual em crianças.
Repercussões e resposta institucional
Chan atuou em uma unidade do norte de Londres e será julgado em 23 de janeiro. A filial envolvida foi fechada. O governo prometeu ampliar a revisão de práticas de proteção infantil e o uso de CCTV em creches.
Casos pré-existentes e auditorias de recrutamento
Foi divulgado que Alison Whateley, supervisora na Bushy Tails (Teddington), foi presa em 2017 e declarou ter interesse por crianças. A Bright Horizons afirmou que os procedimentos de recrutamento são zelosos e que Whateley e Chan passaram nos checagens exigidas.
Situação atual e compromissos da Bright Horizons
A empresa reiterou que conduz revisões contínuas de recrutamento e que o caso objetiva aprender lições para a indústria. A Comissão de Educação anunciou uma revisão ampla do caso e medidas de proteção mais rígidas.
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