Um ex-policial inativo trabalhava clandestinamente em cuidados infantis e atuou em dezenas de centros OOSH em Sydney desde 2018, afetando 1.200 pais. A polícia não sabia do segundo emprego e houve pressão por registros nacionais de funcionários.
Ele se declarou culpado de 11 acusações de produção e posse de material de abuso infantil; 20 acusações foram retiradas. A defesa aguarda a leitura da sentença em 30 de janeiro e o réu permanece em custódia. O caso envolve material detectado na dark web em junho de 2024, com a vítima mais jovem possivelmente tendo 4 anos.
Contexto e desdobramentos
A investigação começou após a localização do material na dark web, levando à identificação de James em junho de 2024. O policial, que já havia deixado o cargo, atuava em cerca de 60 centros ao longo dos anos, incluindo escolas de Sydney.
A descoberta gerou preocupação entre pais e operadoras de cuidado infantil, levando à comunicação de aproximadamente 1.200 pais. Autoridades pedem maior compartilhamento de informações sobre funcionários e registro nacional de trabalhadores. O tema também influencia debates sobre supervisão e normas de contratação no setor.
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