Kateryna Endeberia, uma refugiada ucraniana de 19 anos, deixou o City of Stoke-on-Trent Sixth Form College (SFC) após relatos de pressão para estudar russo. A jovem chegou ao Reino Unido em 2022 e realizou GCSEs na The Excel Academy em 2023, completando um ano de foundation no SFC e estudando economia, política e estatística. O caso ganhou atenção após She afirmar que sofreu assédio para migrar de disciplinas.
De acordo com Kateryna, as tentativas de desvio para o russo ocorreram quando teve dificuldade nas matérias. Ela descreve a pressão como dolorosa e discriminatória, citando o trauma relacionado ao contexto de guerra e ao fato de seu pai ser lutador ucraniano. A estudante decidiu abandonar o curso e passou a estudar em casa, usando anotações compartilhadas por amigos.
Atualmente, Kateryna busca fazer A-levels como candidata particular em 2026, com previsão de custo de cerca de £1.400. Ela informou que pretende manter o foco em politics, economics e statistics, mas que não recebeu apoio adicional do SFC e manteve a decisão de não estudar russo. A família já iniciou uma reclamação formal pelo Potteries Educational Trust e pretende levar o caso ao Ofsted.
Resposta oficial do SFC
O SFC afirmou que se dedica a resolver questões em conformidade com o seu processo de reclamação, sem comentar casos individuais por motivos de confidencialidade. A instituição destacou o compromisso com o bem-estar de seus estudantes, mas não entrou em detalhes sobre o caso específico.
Contexto recente
O tema ganhou destaque em meio a debates sobre o ensino de línguas para refugiados. Autoridades ucranianas e o governo do Reino Unido discutem a possibilidade de oferecer uma GCSE em ucraniano, citando preocupações de retraumatização caso estudantes sejam incentivados a estudar russo. A AQ pretende explorar a viabilidade de ampliar opções de língua para estudantes deslocados, embora isso deva levar tempo.
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