A primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira estreia neste mês no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento ocupa 20 mil m² e reúne 28 pavilhões, conectando profissionais, indústria e público com exposições, conteúdo e propostas comerciais. Estima-se a presença de mais de 160 mil visitantes até o fim da mostra.
Instalado no Pavilhão das Culturas Brasileiras, o espaço foi projetado por Oscar Niemeyer e tem o paisagismo de Roberto Burle Marx. A programação se estende às áreas externas, com instalações e experiências construtivas que ampliam a visão sobre a produção nacional.
A BAB apresenta pavilhões inspirados nos biomas brasileiros, como Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal, explorando relações entre território, clima, cultura e modos de vida. Nomes como Superlimão, Fernanda Marques, Rodrigo Ohtake, Gui Mattos e Ricardo Abreu assinam projetos.
Estrutura e programação
Profissionais de todas as regiões estarão envolvidos, promovendo debates, exposições e ações comerciais. A iniciativa busca fortalecer a arquitetura como plataforma de negócios e difusão cultural no país, ampliando a visibilidade da produção nacional.
Espaços de convivência complementam a experiência, com opções de alimentação e encontro. O restaurante BIOMAS funciona assinado por Carlos Rayol, a cargo da Cité Arquitetura; o café da Copa Energia fica na marquise do Pavilhão Brasil; e o Boteco Suvinil foi idealizado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral.
Serviço
A Bienal ocorre de 25 de março a 30 de abril de 2026, no Parque Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Vila Mariana, São Paulo. Horário de funcionamento: 12h às 21h. Ingressos: R$100 (final de semana) e R$80 (semana). Mais informações no site da BAB.
Entre na conversa da comunidade