Um inquérito federal acusa rapper Gucci Mane de ter sido sequestrado e roubado durante uma ação coordenada em um estúdio de Dallas. Segundo os promotores, Pooh Shiesty utilizou uma pistola estilo AK para pressionar Mane a assinar um documento que o liberava do contrato com a sua gravadora. A operação ocorreu em 10 de janeiro de 2026.
De acordo com a queixa, Pooh Shiesty, cuja identidade é Lontrell Williams Jr., reuniu oito homens vindos de Memphis para acompanhar o encontro. A ação incluiu disparos de armas, subtração de relógios Rolex, joias, dinheiro e uma bolsa Louis Vuitton com um AirTag.
Entre os coautores, Big30—Rodney Lamont Wright Jr.— teria buscado a bolsa com a pistola, bloqueando a saída. Alega-se ainda que um dos suspeitos gravou Mane assinando o documento; outra pessoa postou imagens de joias roubadas em redes sociais.
Envolvidos, prisões e acusações
A Justiça aponta nove envolvidos em uma acusação de conspiração para sequestrar, com pena máxima de prisão perpétua. Williams foi detido nesta semana, conforme registro da Agência Federal de Prisões. Os demais representantes não tiveram declarações imediatas.
O Ministério Público afirmou que os indivíduos viajaram a Dallas para sequestrar e roubar pessoas que participariam de uma reunião de negócios. O caso é conduzido pela Procuradoria do Distrito Norte do Texas, que reforçou a gravidade dos atos violentos.
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