Um casal de Indiana, EUA, afirma ter sido retirado de um voo da Allegiant que seguia de Punta Gorda, na Flórida, para Indianápolis. Segundo a mãe, Ellie, bebê de poucos meses, chorou no embarque e a equipe suspeitou de febre, levando à remoção da família. A companhia diz que a decisão seguiu o protocolo.
No vídeo publicado no TikTok, Sydney Tash relata que a bebê chorou por cerca de dois a três minutos após o assento ser ocupado. Ela diz que a comissária pediu os cartões de embarque e que houve depois a percepção de que a equipe falava ao telefone com alguém da tripulação, conforme registrado por outra usuária.
Resposta da Allegiant
A Allegiant afirmou que as equipes agem para a segurança de todos a bordo. O porta-voz explicou que, se houver preocupação médica, o embarque pode ser interrompido para consulta com o MedLink, serviço médico da aviação utilizado pela empresa.
Tash relatou à Newsweek que, mesmo com a justificativa médica, não houve avaliação direta da criança no local. Ela afirmou que Ellie não apresentava erupção e que a região estava apenas avermelhada por choro intenso. A família seguiu para embarcar em outro voo 12 horas depois, com direito a prioridade.
A mãe descreveu o episódio como constrangedor e afirmou que não houve chance de consultar um profissional médico no momento. Ela também criticou a condução da equipe, que, segundo ela, não abordou os pais de forma adequada.
Repercussão online
O vídeo do TikTok, que mostra o momento em que a família é escoltada para fora, alcançou milhões de visualizações e gerou comentários de indignação entre usuários. A discussão online acompanha o que diz cada parte envolvida, com relatos divergentes sobre o ocorrido.
A Newsweek manteve o contato com a Allegiant, que reiterou que a MedLink foi consultada e informou que não era do interesse da criança continuar a viagem. A família pretende buscar uma forma de reparação, incluindo pedido de desculpas e reembolso.
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