A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu canetas emagrecedoras nesta quarta-feira, 9 de maio, em Belo Horizonte. A operação faz parte de uma apuração sobre o uso indevido do nome de um médico para a compra e possível venda irregular de medicamentos.
Segundo a corporação, os produtos eram vendidos como se fossem legítimos, mas continham substâncias proibidas ou sem comprovação científica de eficácia. A ação visa coibir a comercialização ilegal de medicamentos.
A investigação teve início após denúncias de consumidores que não obtiveram os resultados prometidos. Também há apuração sobre a participação de profissionais de saúde na venda das canetas.
As canetas apreendidas serão encaminhadas para análise laboratorial. Os envolvidos podem responder por crimes contra a saúde pública, além de falsificação de documentos e venda de produtos ilegais.
A operação contou com apoio de órgãos de fiscalização sanitária e de saúde, que ressaltaram a importância de adquirir produtos de emagrecimento apenas em estabelecimentos autorizados e com receita médica.
Investigação e próximos passos
A polícia informou que as apurações devem identificar todos os envolvidos na cadeia de comercialização e que novas informações serão divulgadas pela instituição.
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