A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) reconhece que houve violação à dignidade humana ao utilizar corpos do Hospital de Barbacena em atividades acadêmicas e de pesquisa. A declaração veio por meio de uma carta aberta da instituição.
A carta afirma que a prática ocorreu há mais de 50 anos e que permanece como episódio grave. A universidade descreve o uso dos corpos como inadequado e viola direitos fundamentais.
Segundo a UFMG, a decisão de pedir desculpas resulta de análise histórica e ética. A instituição assume responsabilidade e aponta caminhos para não repetir o ocorrido.
Contexto e medidas
A carta indica medidas para promover respeito à dignidade humana e evitar reincidências. A universidade ressalta a importância da reflexão histórica para a ética institucional.
O documento também reforça que a história deve ser encarada com responsabilidade. A UFMG pretende ampliar ações de conscientização sobre direitos humanos.
A instituição afirma que continuará promovendo atividades de educação em direitos humanos. O anúncio surge em meio a debates públicos sobre o uso de corpos em pesquisas.
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