Em defesa do Adicional de Incentivo à Qualificação na USP apresenta a partir de um diagnóstico de que muitos trabalhadores da universidade possuem competências acima do exigido para seus cargos. A iniciativa parte de servidorado técnico-administrativo e envolve estudo conjunto de unidades, níveis de carreira e dados internos.
O objetivo é reconhecer a qualificação obtida na USP e em outras instituições, com implementação uniforme do AIQ. A proposta já foi observada por outras instituições públicas que utilizam programas similares como política de retenção de talentos e desenvolvimento profissional.
Um grupo de trabalho formado por servidores de diversas unidades coordenou o levantamento de dados necessários para a análise. A partir dele, surgiu a visão de que o AIQ pode contribuir para a melhoria da gestão e do desempenho institucional.
Contexto institucional e propósitos
A USP sustenta que o AIQ pode alinhar valorização de servidores à missão institucional, ampliando motivação, engajamento e pertencimento. O critério é transparente: a qualificação comprovada resulta em gratificação financeira automática, sem avaliações subjetivas de progressão de carreira.
O movimento é apresentado como política estruturante, com impactos diretos na capacidade administrativa, inovação e resposta a desafios acadêmicos. A iniciativa também é vista como instrumento de inclusão, incentivando a formação continuada oferecida pela própria instituição.
Avanços e próximos passos
Em 2025, o AIQ foi apresentado aos candidatos à Reitoria e, em março, foi entregue ao reitor e à vice-reitora. O objetivo é avançar a discussão e consolidar o AIQ como prática de valorização alinhada às melhores práticas de gestão pública.
A avaliação do tema aponta adesão crescente entre gestores e servidores. A proposta recebe apoio técnico, com expectativa de que o AIQ se torne um modelo reconhecido dentro da USP para qualificação e desenvolvimento profissional.
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