Emma Smart, ativista britânica de 47 anos, invadiu um restaurante de frutos do mar em Weymouth, Inglaterra, há doze dias. Ela retirou uma lagosta de um aquário decorativo e a jogou no mar, na tentativa de devolver a liberdade ao animal.
A lagosta era de estimação do proprietário do restaurante Catch at the Old Fish Market. O estabelecimento mantinha os crustáceos em um aquário climatizado e os apresentava às crianças como parte educativa da visita. A ação foi registrada por câmeras de segurança.
Imediatamente após o ato, a lagosta morreu ao cair no oceano, possivelmente por choque térmico ou pelo impacto. A outra lagosta, que vivia com a companheira, também faleceu dias depois. Emma foi detida na noite do ocorrido pela polícia local.
Em depoimento à Justiça, a ativista disse agir por impulso e reconheceu a culpa. Ela foi condenada a oito meses de pena formal e a cumprir a suspensão de prisão mediante não cometer novos delitos, além de ficar a pelo menos dez metros do restaurante por três anos.
O caso gerou debate sobre a melhor forma de abordar animais mantidos em cativeiro para fins educacionais. O proprietário do restaurante informou que o aquário era usado para ensinar as crianças sobre a vida marinha, com vídeos que exibiam a troca de carapaças das lagostas.
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