O golpe do Pix falso foi explicado por Flávio D’Urso, especialista em crimes digitais, durante o programa Conexão Record News. O golpe envolve uma transferência via Pix feita de propósito errada para deixar a vítima desconfortável e incentivar a devolução. O objetivo é pressionar o retorno do dinheiro.
A tática usa uma quantia pequena, uma chave de transferência e um canal de contato com a vítima. O golpista solicita a devolução do valor por meio de uma conta de terceiro, outra chave Pix ou até um QR code, conforme o método adotado. O golpe se baseia na pressão psicológica após a suposta falha no Pix.
Como funciona o golpe
Segundo D’Urso, o pagamento inicia com uma transferência incorreta, criando a sensação de erro. Em seguida, a vítima é contatada para restituir o valor, gerando urgência. O uso de terceiros dificulta rastreamento e facilita a materialização do golpe.
Para evitar danos, o especialista orienta a utilizar os canais oficiais do banco para devoluções. O risco é que a vítima acabe com o dinheiro devolvido para uma terceira parte ou seja acusada de fraude pelo uso indevido do MED (Mecanismo Especial de Devolução).
Medidas de proteção
Além de manter a comunicação apenas pelos canais oficiais, é fundamental verificar dados da transação antes de qualquer devolução. Desconfiar de solicitações de devolução para terceiros ou por meio de QR code reduz o risco de golpe. A prevenção depende de pequenas checagens.
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