Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PM expulsa estudantes com bombas de efeito moral e retoma a reitoria da USP

Polícia militar desalojou ocupantes da reitoria da USP com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo; quatro estudantes detidos e dezenas feridos

Estudantes reinvidicam aumento da bolsa do programa de permanência
0:00
Carregando...
0:00

A Polícia Militar expulsou neste domingo 10 de maio estudantes da USP que ocupavam a reitoria desde a invasão ocorrida na quinta-feira 7 de maio. A ação ocorreu durante a madrugada e contou com o uso de bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, segundo relatos do movimento estudantil.

Quatro estudantes foram detidos e encaminhados ao 7º Distrito Policial. O DCE afirma que mais de 30 policiais participaram da operação, formando corredores poloneses para conter os ocupantes. A universidade e a Secretaria de Segurança Pública ainda não divulgaram notas oficiais.

A ocupação, iniciada em abril, mobilizou entre 150 e 200 alunos em diferentes turnos, com atividades como organização de agenda cultural e limpeza do espaço. Ao todo, 104 cursos aderiram à greve, segundo o DCE, que mantém reivindicações relacionadas a bolsas e condições de permanência.

Reivindicações dos estudantes

O principal pleito é o reajuste do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil. Hoje, os benefícios variam de R$ 335 a R$ 885. A USP propôs um reajuste com base no IPC-FIPE, elevando o valor integral para R$ 912 e o parcial para R$ 340.

A proposta, no entanto, é tida como insuficiente pelos estudantes, que reivindicam R$ 1.804, equivalente ao salário mínimo paulista. Dany Oliveira, estudante de Artes Cênicas, afirmou que a pauta de bolsas acompanha uma cobrança histórica pelo reajuste.

A reitoria realizou três rodadas de negociação, mas encerrou as conversas após a rejeição da proposta. Além das bolsas, os estudantes citam problemas estruturais, como a gestão do bandejão, a moradia estudantil e a redução de funcionários no Hospital Universitário, segundo relatos do movimento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais