Em 2024, o Brasil registrou 37.150 mortes no trânsito, uma vítima a cada 15 minutos. A campanha Maio Amarelo traz o tema No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas, enfatizando a responsabilidade coletiva na prevenção de acidentes.
Criada em 2014, a mobilização busca reduzir sinistros e mortes nas vias. O objetivo é promover ações contínuas de segurança, já que milhões de brasileiros convivem diariamente com ruas, avenidas e rodovias.
A atuação do Exame Toxicológico ganhou destaque no Maio Amarelo, com foco na prevenção por meio de fiscalização e normas. A medida faz parte da legislação brasileira para motoristas e visa detectar uso de substâncias que comprometem a condução.
O exame passou a abranger, inicialmente, condutores das categorias C, D e E e, mais recentemente, foi ampliado para condutores de categorias A e B que iniciam a primeira habilitação. A ampliação amplia o monitoramento desde o início da vida no trânsito.
Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam queda de 34% nos acidentes envolvendo caminhões e 45% envolvendo ônibus nas rodovias federais após a implementação do exame para determinadas categorias, entre 2015 e 2017. Em 2019, houve redução de 60% no uso de substâncias psicoativas entre motoristas profissionais.
A Lei Seca, em vigor, identificou quase 30 mil motoristas profissionais por consumo de álcool. Ao longo de sete anos, o exame toxicológico apontou 188.873 resultados positivos para substâncias psicoativas, com cocaína entre as mais detectadas. Esses números mostram o alcance do controle nas vias.
Para a LABEST, empresa especializada em exames toxicológicos, a ampliação do exame para novas categorias representa avanço na segurança pública. O CEO destaca que o instrumento ajuda a prevenir condutas de risco ao identificar uso de substâncias que comprometem a condução.
A diretora de marketing da LABEST reforça a relação entre a campanha Maio Amarelo e as políticas públicas existentes. Ela afirma que o exame toxicológico complementa o movimento de conscientização ao oferecer um mecanismo de controle de riscos no trânsito.
No contexto das rodovias federais, a preocupação com acidentes permanece alta, especialmente devido ao número de vítimas fatais e feridos graves. A LABEST aponta que a redução de acidentes depende de somar fiscalização, educação e adesão a políticas públicas.
A empresa ressalta que a redução de ocorrências depende de ações conjuntas: atitudes individuais, como cumprir leis e manter o veículo, associadas a instrumentos de controle, como o exame toxicológico. Essas medidas visam preservar vidas no trânsito.
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