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Burgundy de US$24 mil é devolvido após roubo inusitado

Garrafas raras de Borgonha são devolvidas às autoridades meses após furto internacional com disfarces e suspeito sérvio; ré britânica é sentenciada

Two rare bottles of Domaine de la Romanée-Conti stolen from a Virginia restaurant cellar have resurfaced months after an alleged international fine wine heist involving wigs, fake identities and a fugitive Serbian suspect.
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Two garrafas de vinho Burgundiano, roubadas do vinhedo Do

maine de la Romanée-Conti, voltaram às autoridades meses após o furto internacional alegado. O caso envolve uma suposta operação de alta complexidade com perucas, identidades falsas e um suspeito fugitivo serbio. O episódio ocorreu no restaurante L’Auberge Provençale, na Virgínia.

Segundo o The Washington Post, as garrafas recuperadas incluem um Romanée-Conti 2020 avaliado em US$ 24 mil e um Richebourg 2019, estimado em cerca de US$ 7 mil, ambos de Domaine de la Romanée-Conti. Os vasilhames foram entregues aos investigadores pelo filho de Natali Ray, após chegarem de forma anônima a um gabinete de defensoria pública.

A polícia afirma que Ray, de 57 anos, e o sérvio Nikola Krndija tentaram cometer o furto em novembro de 2025, apresentando-se como clientes interessados em um jantar privado de alto valor. Durante a visita à adega, Krndija supostamente ocultou as garrafas em bolsos improvisados de um sobretudo; o uso de perucas e disfarces foi registrado em imagens de vigilância.

As autoridades demoraram a rastrear o paradeiro dos objetos, que ficaram ausentes por 145 dias. A suposta fuga de Krndija ocorreu após a descoberta do furto, com Ray detida e Krndija supostamente fugindo em veículo e embarcando para Viena.

Os donos do restaurante, Alain e Celeste Borel, cobrem dúvidas sobre o valor atual das garrafas. Além da perda potencial de condições de armazenamento, mencionam a dificuldade de comprovar a cadeia de custódia e a autenticidade do estado das bebidas.

Ray reconheceu os crimes, incluindo grande furto, posse de ferramentas de arrombamento e fraude a estabelecimento. O juiz Alexander R Iden a condenou a 12 meses de prisão, com aproveitamento do tempo já cumprido. A defesa destacou histórico sem antecedentes e atividades profissionais da ré, além de tratamento médico em curso.

O caso reforça preocupações sobre furtos organizados de vinhos finos, com autoridades lembrando ataques a restaurantes e colecionadores. As investigações continuam para confirmar a procedência e o estado das garrafas recuperadas.

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