O AVC é responsável por uma parcela expressiva dos óbitos anuais no Brasil e pode evoluir de forma silenciosa. Um neurologista consultado pela coluna aponta sinais comuns, como dor de cabeça frequente, tontura e visão embaçada, como possíveis alertas antes da emergência.
O médico atende no Hospital São Lucas Copacabana, da Rede Américas. Ele reforça que esses sintomas costumam estar ligados à hipertensão, principal fator de risco para o AVC, e não devem ser negligenciados, sobretudo em pessoas com histórico familiar ou fatores cardíacos.
Segundo o profissional, dor de cabeça persistente, falta de ar, palpitações, visão embaçada e tontura merecem avaliação médica rápida para evitar a progressão para uma crise aguda.
A máxima orientação é agir com rapidez: o tempo de identificação, diagnóstico e tratamento pode influenciar diretamente o prognóstico, pois a interrupção do fluxo sanguíneo cerebral leva à morte de neurônios a cada minuto.
Outra fala do especialista é sobre o erro de esperar os sintomas sumirem sozinhos. Mesmo com mecanismos de compensação, o tempo continua determinante para preservar funções neurológicas.
Para reduzir o risco de hipertensão e AVC, o neurologista recomenda hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, redução de sal, controle do estresse e abandono do cigarro.
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